segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
FAIL

Escreva a Lei de Beer-Lambert e defina suas grandezas.
Comentário do professor: "Lei de Beer errada"
Beer= Cerveja



O texto fala da alegria do garoto, ao lado da mamãe, em finalmente
ver seu pai após o mesmo passar uma temporada de 12 meses no Iraque.

Mensagem da camiseta "Por uma vida sem cigarro".

Hat = boné

Concurso de sósias da Marilyn Monroe.







Arte educacional.

Mais em Fail Blog.
O menor cão do mundo
A Mente que mente
A comédia "A Mente Que Mente" conta a história de um jovem estudante (Colin Hanks) que, cansado dos conselhos do pai (Tom Hanks) e da vida de advogado, abandona sua carreira. Em busca de emprego, se candidata à vaga de assistente de um aspirante à ilusionista (John Malkovich), como mostra o trailer abaixo.
Concluída em 2008, a produção estreia no Brasil na próxima sexta-feira (15).
Tom Hanks com o filho: legal.
John Malkovich fazendo papel histriônico: não tem preço!
Fonte: Folha Online.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
domingo, 10 de janeiro de 2010
Bobeou, tá na net...
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
O verão na gaucholândia
O fato de termos um dos litorais mais bonitos do Brasil (quiçá do mundo ou, como diria Acarajette Lovve, da Bahia!) nos torna o alvo principal dos farofeiros vizinhos, principalmente argentinos e, em função do empobrecimento dos hermanos nos últimos anos, também gaúchos e paranaenses.
Para aqueles que não conhecem o litoral dos estados vizinhos, e motivo de tal êxodo, o texto a seguir explica porque essas pragas vem nos atazanar no verão (e, pior, muitos se encantam e ficam aqui para sempre, acredita?).
Escrito por um gaúcho - e advogado, ainda por cima! - um texto muito bem humorado sobre as agruras de se passar o verão nas 'paradisíacas' praias do Rio Grande.
E saber que vai encarar tudo de novo no outro ano...
Divirtam-se!
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Está chegando o verão e, com ele, o veraneio, como chamamos aqui no Sul
por Paulo Wainberg
Não sei se vocês, de outros Estados, sabem, mas temos o mais fantástico litoral do País: de Torres ao Chuí, uma linha reta, sem enseadas, baias, morros, re-entrâncias ou recortes. Nada! Apenas uma linha reta, areia de um lado, o mar do outro.
Torres, aliás, é um equívoco geográfico, contrário às nossas raízes farroupilhas e devia estar em Santa Catarina.
Característica nossa, não gostamos de intermediários.
Nosso veraneio consiste em pisar na areia, entrar no mar, sair do mar e pisar na areia. Nada de vistas deslumbrantes, vegetações verdejantes, montanhas e falésias, prainhas paradisíacas e outras frescuras cultivadas aí para cima.
O mar gaúcho não é verde, não é azul, não é turquesa.
É marrom!
Cor de barro iodado, é excelente para a saúde e para a pele! E nossas ondas são constantes, nem pequenas nem gigantes, não servem para pegar jacaré ou furar onda. O solo do nosso mar é escorregadio, irregular, rico em buracos. Quem entra nele tem que se garantir.
Não vou falar em inconvenientes como as estradas engarrafadas, balneários hiper-lotados, supermercados abarrotados, falta de produtos, buzinaços de manhã de tarde e de noite, areia fervendo, crianças berrando, ruas esburacadas, tempestades e pele ardendo, porque protetor solar é coisa de fresco e em praia de gaúcho não tem sombra. Nem nos dias de chuva, quase sempre nos fins-de-semana, provocando o alegre, intermitente, reincidente e recorrente coaxar dos sapos e assustadoras revoadas de mariposas.
Dois ventos predominam, em nosso veraneio: o nordeste – também chamado de nordestão – e o sul, cuja origem é a Antártida.
O nordestão é vento com grife e estilo... estilo vendaval.
Chega levantando areia fina que bate em nosso corpo como milhões de mosquitos a nos pinicar. Quem entra no mar, ao sair rapidamente se transforma no – como chamamos com bom-humor – veranista à milanesa. A propósito, provoca um fenômeno único no universo, fazendo com que o oceano se coloque em posição diagonal à areia: você entra na água bem aqui e quando sai, está a quase um quilômetro para sul. Essa distância é variável, relativa ao tempo que você permanecer dentro da água.
Outra coisa: nosso mar é pra macho! Água gelada, vai congelando seus pés e termina nos cabelos. Se você prefere sofrer tudo de uma vez, mergulhe e erga-se, sabendo que nos próximos quinze minutos sua respiração voltará ao normal: é o tempo que leva para recuperar-se do choque térmico.
Noventa por cento do nosso veraneio é agraciado pelo nordestão que, entre outras coisas, promove uma atividade esportiva praiana, inusitada e exclusiva do Sul: Caça ao guardassol. Guardassol, você sabe, é o antigo guarda-sol, espécie de guarda-chuva de lona, colorida de amarelo, verde, vermelho, cores de verão, enfim, cujo cabo tem uma ponta que você enterra na areia e depois senta embaixo, em pequenas cadeiras de alumínio que não agüentam seu peso e se enterram na areia.
Chega o nordestão e... lá se vai o guardassol, voando alegremente pela orla e você correndo atrás. Ganha quem consegue pegá-lo antes de ele se cravar na perna de alguém ou desmanchar o castelo de areia que, há três horas, você está construindo com seu filho de cinco anos.
O vento sul, por sua vez, é menos espalhafatoso. Se você for para a praia de sobretudo, cachecol e meias de lã, mal perceberá que ele está soprando. É o vento ideal para se comprar milho verde e deixar a água fervente escorrer em suas mãos, para aquecê-las.
Raramente, mas acontece, somos brindados com o vento leste, aquele que vem diretamente do mar para a terra. Aqui no Sul, chamamos o vento leste de ‘vento cultural’, porque quando ele sopra, apreendemos cientificamente como se sentem os camarões cozinhados ao bafo.
E, em todos os veraneios, acontece aquele dia perfeito: nenhum vento, mar tranquilo e transparente, o comentário geral é: “foi um dia de Santa Catarina, de Maceió, de Salvador” e outras bichices. Esse dia perfeito quase sempre acontece no meio da semana, quando quase ninguém está lá para aproveitar. Mas fala-se dele pelo resto do veraneio, pelo resto do ano, até o próximo verão.
Morram de inveja, esta é outra das coisas de gaúcho!
Atenta a essas questões, nossa industria da construção civil, conhecida mundialmente por suas soluções criativas e inéditas, inventou um sistema maravilhoso que nos permite veranear no litoral a uma distância não inferior a quinhentos metros da areia e, na maioria dos casos, jamais ver o mar: os famosos condomínios fechados.
A coisa funciona assim: a construtora adquire uma imensa área de terra (areia), em geral a preço barato porque fica longe do mar, cerca tudo com um muro e, mal começa a primavera, gasta milhares de reais em anúncios na mídia, comunicando que, finalmente agora você tem ao seu dispor o melhor estilo de veranear na praia: longe dela. Oferece terrenos de ponta a ponta, quanto mais longe da praia, mais caro é o terreno. Você vai lá e compra um.
Enquanto isso a construtora urbaniza o lugar: faz ruas, obras de saneamento, hidráulica, elétrica, salão de festas comunitário, piscina comunitária com águas térmicas, jardins e até lagos e lagoas artificiais onde coloca peixes para você pescar. Sem falar no ginásio de esportes, quadras de tênis, futebol, futebol-sete, se o lago for grande, uma lancha e um professor para você esquiar na água e todos os demais confortos de um condomínio fechado de Porto Alegre, além de um sistema de segurança quase, repito, quase invulnerável.
Feliz proprietário de um terreno, você agora tem que construir sua casa, obedecendo é claro ao plano-diretor do condomínio que abrange desde a altura do imóvel até o seu estilo.
O que fazemos nós, gaúchos, diante dessa fabulosa novidade? Aderimos, é claro. Construímos as nossas casas que, de modo algum, podem ser inferiores as dos vizinhos, colocamos piscinas térmicas nos nossos terrenos para não precisar usar a comunitária, mobiliamos e equipamos a casa com o que tem de melhor, sobretudo na questão da tecnologia: internet, TV à cabo, plasma ou LSD, linhas telefônicas, enfim, veraneamos no litoral como se não tivéssemos saído da nossa casa na cidade.
Nossos veraneios costumam começar aí pela metade de janeiro e terminar aí pela metade de fevereiro, depende de quando cai o Carnaval. Somos um povo trabalhador, não costumamos ficar parados nas nossas praias. Vamos para lá nas sextas-feiras de tarde e voltamos de lá nos domingos à noite. Quase todos na mesma hora, ida e volta.
É assim que, na sexta-feira, pelas quatro ou cinco da tarde, entramos no engarrafamento. Chegamos ao nosso condomínio lá pelas nove ou dez da noite. Usufruímos nosso novo estilo de veranear no sábado – manhã, tarde e noite – e no domingo, quando fechamos a casa.
Adoramos o trabalhão que dá para abrir, arrumar e prover a casa na sexta de noite, e o mesmo trabalhão que dá no domingo de noite.
E nem vou contar quando, ao chegarmos, a geladeira estragou, o sistema elétrico pifou ou a empregada contratada para o fim-de-semana não veio.
Temos, aqui no Sul, uma expressão regional que vou revelar ao resto do mundo:
Fonte: Consumidor RS
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Detentos tatuam o branco dos olhos nos EUA
Presidiários e tatuagens é uma relação das mais antigas. A novidade agora é radicalizar: nos Estados Unidos, detentos estão tatuando o branco dos olhos. A moda bizarra seduziu David Boltjes, que cumpre pena de 4 anos de prisão por fraude em cartão de crédito. O preso usou um tom forte de vermelho e ficou com ares de Nesferatu.
"É doloroso. É como se alguém estivesse espetando o fundo dos seus olhos", explicou David sobre o processo.
Já Paul Inman, condenado a 73 anos por conspiração para assassinato, agressão e incêndio criminoso, escolheu o azul para esconder o branco dos olhos.
"É como a última fronteira. Ninguém tinha feito isso. Aposto que ninguém no mundo tem a mesma cor de olhos que eu", disse Paul à MSNBC.
Última fronteira, é? Sei...
Acho que a última fronteira vai ser quando ele tatuar o olho do c*, isso sim!
É como minha mãe diz, mesmo: "Cabeça vazia, morada do demônio".
by Ian
Fonte: Blog Page Not Found.
Deu no Globo.com
Obina, por enquanto, é o principal reforço do Flamengo para 2010. O atacante, que estava emprestado ao Palmeiras, está orientado a se reapresentar na Gávea no próximo dia 4 para realizar a pré-temporada rubro-negra em Porto Feliz, no interior de São Paulo, a partir do dia 6.Pelo fato de o atacante ter contrato até o fim de 2010, a diretoria rubro-negra não aceita emprestá-lo novamente. Afinal, se isso acontecer, o Flamengo não terá mais os direitos de Obina e o estará “perdendo” de graça.
- Chance zero dele ser emprestado novamente. Ou ele sai vendido ou ele disputa a Libertadores pelo Flamengo. Se não tiver proposta de compra por ele, Obina se apresenta dia 5 aqui – disse o vice de futebol, Marcos Braz.
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Elementar, meu caro. Como diria o grande filósofo Vicente Matheus:
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Links inúteis, mas engraçados
Ueba! - Flagras de celebridades (ou, celebridades pagando peitinho).
Seção besteira - Flagras de MSN (o melhor são os comentários).
Sem Noção -Frases publicadas no Twitter que deram o que falar.
Pretinho Básico
Então, para quem não é daqui de Santa Catarina, ou do Rio Grande do Sul, e/ou ainda não conhece o tal do Pretinho Básico, fonte de muitas postagens aqui do blog, explico.
Resumidamente, é um programa diário da Rádio Atlântida, onde 6 malucos, mais um convidado, ficam conversando e contando piadas por 1 hora (das 13h às 14h e das 18h às 19h). A maior parte das histórias que eles contam vem da internet e a gente já conhece. Só que, na maioria das vezes, o que vale é a interpretação dos caras. Ainda mais quando eles 'incorporam' seus personagens, como o Índio véio (gaúcho legítimo), o Joãozinho, dentre outros...
Abaixo, alguns áudios que selecionei da tchurma. Divirtam-se...
O gaúcho e as temperaturas
Eu sou Designer
Páscoa
Corinthians


























